quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Kézia

Aparecendo só pra dizer que sábado é o dia dela: Kézia!

 


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Para orar bem, você precisa desejar o mesmo para a vida dos outros.

 Para orar bem, você precisa desejar o
mesmo para a vida dos outros.
 "O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje".  Por que não o "meu pão", mas sim o "pão nosso?"  Porque na oração do Pai Nosso existe a idéia de corpo.

 Pai nosso (plural), pão nosso (plural), perdoa nossas dívidas (plural), livra-nos (plural). Isso é solidariedade. Se você ora apenas pensando em você, então você pode não estar orando bem.  Há pessoas cujas orações giram em torno das expressões: "Senhor - o meu carro... Senhor - o meu pão... Senhor - a minha casa... Senhor - o meu dinheiro... Senhor - a minha roupa... Senhor - os meus sapatos... Senhor - a minha conta bancária... Senhor - o meu..., Senhor - o meu...". E o do outro? De um modo passivo, acabamos expressando algo como que "se vire", pois o importante é que eu esteja bem. Pode estar certo de que isso não agrada a Deus.

Sabe qual é a vontade do Senhor? Que você seja a causa da salvação de muitos.  Não é o meu pão, mas é o pão nosso de cada dia. Não é apenas o perdão para os meus pecados, mas é o perdão para tantos outros que eu quero bem; não é só o livramento para a minha vida, mas é para todos aqueles que estão sendo tentados e precisam da proteção de Deus.

Deus não vai parar para ouvir a oração feita por um coração avarento, egoísta, ególatra, presunçoso, orgulhoso, petulante e narcisista. Jamais. O evangelho é uma mensagem de solidariedade. A Bíblia é um livro solidário, a ponto de, em Provérbios, estar escrito: "A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado" (Pv. 11:25). A Palavra do Senhor diz: "... dai, e dar-se-vos-á; boa medida,  recalcada, sacudida,  transbordante, generosamente vos darão..." (Lc. 6:38).  A Bíblia nos ensina a priorizar o outro. Se não houver, no seu coração, nenhuma predisposição à solidariedade, então pare e ore de outra forma:  "Senhor, coloca no meu coração um sentimento de liberalidade e de solidariedade".

Quantas pessoas preferem ver a roupa apodrecendo no guarda-roupa a compartilhar com quem tem menos? Quantos preferem ver os sapatos mofando na sapateira a dá-los a quem pode menos? Quantos não tratam o cachorro com filé mignon e não tem coragem de oferecer um prato de sopa a alguém que bate na porta pedindo um pedaço de pão velho para comer? Quantas pessoas, dentro da própria família, vê o cunhado, o sogro ou  a sogra passando privações, mas "dá de ombros", e diz: "E eu com isso?"; depois se deita e ora: "Pai Nosso que estás nos céus..." Deus sente repugnância por esse tipo de coisa. Nesses casos, Sua vontade é de gritar: "... porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca..." (Ap. 3:16). Como orar o Pão Nosso, se eu só me preocupo com  a minha mesa? Como orar se eu só me preocupo com a minha casa, minha conta, minha cama, o meu..., o meu..., o meu...? Preciso estender a mão solidariamente, dizendo: "Dá-me mais pão porque eu quero dá-lo a quem precisa". Alguém disse: "Quando você morrer, não levará nada do que acumulou, só aquilo que você doou".
---------------------------www.familiaegraca.com.br ------------------------

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

As cinco características dos votos conjugais


As cinco características dos votos conjugais
Pr. Josué Gonçalves


1.    Uma decisão voluntária. Você tinha a opção de permanecer solteiro (a). Mesmo que a escolha tenha sido feita na base da pressão ou como válvula de escape de alguma situação, você é responsável pela decisão que tomou.  Todos nós tínhamos a opção de escolher outra (o). Deus deu ao homem o direito de decidir. Lembre-se que ter um (a) sócio (a) implica em dependência, compromisso e prestação de contas. Nenhuma sociedade se firma sem estes princípios básicos.
2.    Uma proclamação pública. O que se diz diante de muitas testemunhas revela a seriedade dos votos que fizemos no dia do casamento. Duas pessoas conscientes da grandeza deste ato jamais o farão com leviandade.
3.    Uma promessa incondicional. O que foi prometido deve ser cumprido até que a morte os separe. Segundo o que foi projetado por Deus, casamento não é um relacionamento descartável, é um compromisso que deve durar a vida inteira. Quando Dietrich Bonhoeffer estava encerrado na prisão nazista, escreveu um sermão para um casamento de uma sobrinha. Disse ele: "O casamento é maior do que o amor que vocês têm um pelo outro. Ele tem em si grande dignidade e força por ser a ordenança santa através da qual Deus planejou a perpetuação da raça humana, até o fim dos tempos. No amor que os une, vocês veem apenas a si mesmos no mundo, mas ao se casarem tornam-se um elo na cadeia das gerações que Deus faz aparecer e partir para a sua glória, chamando-as para o seu reino. Em seu amor, vocês veem apenas o 'sétimo céu' da sua felicidade, mas no casamento recebem uma posição de responsabilidade perante o mundo e a raça humana. Seu amor é propriedade particular, mas o casamento não pertence apenas a vocês, é um símbolo social, uma função de responsabilidade".
4.    Um propósito sério. (Ec 5.5; Mt 19.6)  Pessoas sérias cumprem suas promessas e votos. A falta de seriedade pode ser uma questão de caráter.  Para enriquecer o casamento é necessário compromisso perseverante e fé determinada - algo que talvez alguns casais  jamais puderam observar nos lares de suas respectivas infâncias.
5.    Votos que obrigam. (Mt 5.37) Ninguém é obrigado a votar, porém, depois que o fizeram, são obrigados a cumprir esses votos. 
---------------------------www.familiaegraca.com.br ------------------------